Mandala Jardim Trololo

Mandala Jardim Trololo

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Trololos, os Aventureiros

Pé na lama, quer dizer pé na estrada...

No meio da mata

Chico aventureiro

Ponte I

 
Alice e Luiz Ricardo aventureiros

Rosa aventureira na balsa

Ponte II

Ponte III

Ponte IV

 No meio da mata

 No meio da mata

Bromélia

 Fim da trilha

 Mar esmeralda

 Mar esmeralda

 Mata e mar

 Raizes e peixinhos aventureiros

 Bromélia e peixinho aventureiro

 Ale fotógrafo de areia

 Rosa, a Aventureira

A volta pela praia, atravessando o rio Paraty Mirim que deu no mar


Férias Trololos I

Chegamos ao Beco do Remo em Paraty Mirim no último dia da primavera de 2010. E abrimos o verão. A viagem foi maravilhosa. A Mata Atlântica, sempre exuberante, e o aconchego da casa/hostel de nossos amigos Monica e Rene, que parece uma casa na árvore (e é...) nos receberam lindamente. Uma casa que é tão integrada à mata, que até os animais confundem, como a cobra cipó que mora por ali e corta caminho pela sala de quando em vez.
Foi nessa viagem que nossa pequena se tornou Rosa, a Aventureira (uma paródia de "Dora, a Aventureira", desenho norteamericano de uma garotinha de 7 anos e suas aventuras com o macaquinho Botas), caminhando nas trilhas para chegar às praias, enfiando (literalmente) o pé na lama, atravessando pontes pênseis, subindo e descendo no meio do mato. Alice e Chico aproveitaram cada minuto, entrando de cabeça no clima. Faziam rondas exploratórias, cadastrando bichos (sapos, mariposas, insetos de toda qualidade, borboletas, etc).
À noite a jogatina na sinuca e as baladas musicais, com maestro Rene e os garotos, música livre, com espaço para tod@s. Ale se juntava a eles, tocando bongô.
Bem, a viagem foi inesquecível. O blog do Beco do Remo está aí ao lado, nas lista de blogs Trololos.

Chegada

Begônias

Rosa e begônias

Trabalho formigal

Morte para vida

Brincando de casinha

Jogando sinuca

Arte da mata

Fios e fibras

Nó da mata I
Nó da mata II

Nó da mata III

E teve também um amigo oculto de camisetas que um pintou pro outro, usando segredos vegetais como fonte de impressão e gravura. Ficaram mesmo lindas. A que eu ganhei foi super especial: uma mandala de folhas de pimenteira da Monica. Obrigada, querida! Abaixo as produções:

 Do Ale pro Chico

 Do Chico pro Luiz Ricardo

 da Cla pra Rosa

 Da Rosa pro Rene

 Da Monica pra Cla

 Da Alice pra Monica

Do Luiz Ricardo pro Ale

Faltou a do Rene pra Alice, que vou procurar fotografar aqui em casa e postar. Claro que essa tb é linda.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O contraditório

Falei com alegria de Natal e Ano Novo. Desejei a tod@s nós saúde e prosperidade. E, para não perder o costume, lanço também o contraditório, para evitar cair nas garras do conformismo. O mundo é duro e se evocamos alegria e amor, é para nele lutar.
Um artigo forte, antinatalino, de Mario Maestri, publicado no Correio da Cidadania por ocasião do Natal de 2010, original no portal La Insignia, 2006. Indicação de meu pai, Luiz, que adora o Natal da confraternização familiar e da troca de presentes como troca de carinho e atenção que damos uns aos outros, mas que não nos deixa perder a criticidade perante a realidade tão longe daquilo que gostaríamos para um mundo justo, que permitisse carinho e atenção para todo e qualquer ser humano nele vivente.

http://www.correiocidadania.com.br/content/view/5357/9/

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

Eu nem tenho uma religião certa, mas Dia de Reis, com seu simbolismo de dádiva, presente, generosidade, partilha, definitivamente estão na pauta do ano novo!

A históra dos reis diz popularmente que Melquior, Baltazar e Gaspar, do Oriente, foram até a cidade de Belém conduzidos por uma estrela, levando mirra, ouro e incenso de presente para o menino Jesus, como símbolos de pureza, realeza e fé.

A wikipedia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%AAs_Reis_Magos - explica que "Belchior (também Melchior ou Melquior), Baltasar e Gaspar, não seriam reis nem necessariamente três mas sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia ou conselheiros. Como não diz quantos eram, diz-se três pela quantia dos presentes oferecidos.
Talvez fossem astrólogos ou astrônomos, pois, segundo consta, viram uma estrela e foram, por isso, até a região onde nascera Jesus, dito o Cristo. Assim os magos sabendo que se tratava do nascimento de um rei, foram ao palácio do cruel rei Herodes em Jerusalém na Judéia. Perguntaram eles ao rei sobre a criança. Este disse nada saber. Herodes alarmou-se e sentiu-se ameaçado, e pediu aos magos que, se o encontrassem, falassem a ele, pois iria adorá-lo também, embora suas intenções fossem a de matá-lo. Até que os magos chegassem ao local onde estava o menino, já havia se passado algum tempo, por causa da distância percorridas, assim a tradição atribuiu à visitação dos Magos o dia 6 de janeiro.
A estrela, conta o evangelho, os precedia e parou por sobre onde estava o menino Jesus. "E vendo a estrela, alegraram-se eles com grande e intenso júbilo" (Mt 2, 10). "Os Magos ofereceram três presentes ao menino Jesus: ouro, incenso e mirra, cujo significado e simbolismo espiritual é, juntamente com a própria visitação dos magos, ser um resumo do evangelho e da fé cristã, embora existam outras especulações respeito do significado das dádivas dadas por eles. O ouro pode representa a realeza (além providência divina para sua futura fuga ao Egito, quando Herodes mandaria matar todos os meninos até dois anos de idade de Belém). O incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu (Salmos 141:2). A mirra, resina antiséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e aloés foi usado no embalsamamento de Jesus (João 19: 39 e 40), sendo que estudos no Sudário de Turim encontraram estes produtos.
"Entrando na casa, viram o menino (Jesus), com Maria sua mãe. Prostando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, entregaram-lhe suas ofertas: ouro, incenso e mirra." (Mt 2, 11).
"Sendo por divina advertência prevenidos em sonho a não voltarem à presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" (Mt 2, 12). Nada mais a Escritura diz sobre essa história cheia de poesia, não havendo também quaisquer outros documentos históricos sobre eles.
Devemos aos Magos a tradição de trocar presentes no Natal. Dos seus presentes dos Magos surgiu essa tradição em celebração do nascimento de Jesus. Em diversos países a principal troca de presentes é feita não no Natal, mas no dia 6 de janeiro, e os pais muitas vezes se fantasiam de reis magos.
(...)
Na antigüidade, o ouro era um presente para um rei, o olíbano (incenso) para um sacerdote, representando a espiritualidade e a mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade).
Durante a Idade Média começa a devoção dos Reis Magos (e que são "baptizados"), tendo as suas relíquias sido transladadas no séc. VI desde Constantinopla (Istambul) até Milão. Em 1164, com os três já a serem venerados como santos, estas foram colocadas na catedral de Colônia, em Colônia (Alemanha), onde ainda se encontram.
Em várias partes do mundo, há festas e celebrações em honra aos Magos. Com o nome de Festa de Santos Reis há importantes manifestações culturais e folclóricas no Brasil.


Um ano novo cheio de saúde e prosperidade!

Segue uma romã, como símbolo desse dia e em seguida uma belezura de música de Reis de Janeiro, do Tavinho Moura e Nivaldo Ornelas, link e letra.




A origem da romãzeira, é por demais antiga tendo sido encontrados fragmentos do fruto em túmulos egípcios que datam de 2.500 anos a.C. A princípio acredita-se que existam no mínimo dez espécies de romãs, provenientes de arbusto ou arvoreta que atinge de 2 a 8 metros de altura, e que vivem em média de 60 a 100 anos.


Reis de Janeiro
Nivaldo Ornelas e Tavinho Moura

http://cliquemusic.uol.com.br/player?x=&d=10038&f=109564 

acesa sobre as montanhas
vejo brilhar a estrela adorada
iluminando o mistério
incendiando a folia
que já vai chegar
seu canto invade a cidade
espalha por cima
de seus telhados
nos vozes de seus pastores
regadas de aguardente
segredos da divindade
notícias belas
nobres senhores
vindo escutar
que Ele fez morada
e nessa casa santa
o pão é sagrado
somos de muito longe
longe daqui
vivendo em nossa lembrança
aquela criança que despertou
naquele lugar, naquele dia
canta mais, coração
despertou naquele dia

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Berços de falantes

Meus amigos ambientalistas inventaram que não se pode mais chamar um buraco na terra que receberá uma nova plantinha de "cova" pois ali estará sendo plantada uma vida ainda em início, com a esperença de que vingue, cresça, se multiplique, coisa e tal. De maneira que seria muito mais apropriado chamar esse buraco de "berço".
Nesse mesmo sentido, não chamaríamos a pequena planta de "muda", já que ela sendo ser pequeno e crescente que sente e se expressa de muitas formas - se as folhas estão murchas ou viçosas, se suas flores apresentam cor forte ou não, se as flores deram frutos, se os frutos estavam doces e por aí vai - está mais para "falante".
Então em homenagem à transformação da liguagem, que reflete uma transformação nas mentes, na cultura e na forma de compreender o mundo (estamos sempre a reinventar as coisas, não?), seguem duas tiras do genial Laerte, gentilmente enviadas pelo Ale.



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A Família Tidico

Finalmente pude fotografar a Família Tidico, composta por João, Maria, Titi e Didi, todos Turdus rufiventris. Cenas do cuidado diário da mamãe com os filhotes (que já estão enormes mas ainda necessitam dela para se alimentar) e a presença do pai.
Os planos são de fotografar todos os pássaros do jardim, bem como as árvores e plantas em geral, disponibilizando publicações on line sobre esses assuntos. Por ora, conforme a parca disponibilidade de tempo, a Família Tidico. Note-se que as crias nasceram neste jardimTrololo!

João Tidico em primeiro plano, depois Maria e atrás Titi e Didi

Maria Tidico, Titi e Didi em volta de uma suculenta banana. Eles gostam muito de minhoca e às vezes curtem a comida da Julieta, mas a banana foi mesmo uma lauta refeição.

Maria Tidico pegando bananinha pros filhotes.

Maria alimenta Titi.

Maria volta para pegar mais banana.

Maria alimenta Didi.

Titi e Didi.

Didi aprende a ciscar.

Titi pede comida.

Didi pede comida.

Maria alimenta Didi.

Maria alimenta Didi zoom.