Mandala Jardim Trololo

Mandala Jardim Trololo

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Férias Trololos III

Aí, como nós gostamos mesmo é de uma roça (coisa difícil de se achar aqui em Sampa!), botamos o pé na estrada de novo e fomos num fim de semana de janeiro visitar a Família Trapo no Sítio Nove Luas, para onde se mudaram há pouco, em Botucatu. Curtimos e trabalhamos, fizemos fogueira e cantamos. Coisas simples que fazemos com os amigos e que nos alimentam de amor e carinho. Salve!

 Rebanho de nuvens

 Ale nos conduz

 Pôr do sol

 Estrada em movimento

 Chegança

 Compadre Mariano

 Flor Violeta e Laisa

 Comadre Sandrinha

 Galera trabalhando na piscina

 Chicão dá um duro de gravata I

 Chicão dá um duro de gravata II

 Chicão dá um duro de gravata III

 Chicão dá um duro de gravata IV

 Tio Nano dá um duro de boné

A cozinha iluminada de Sandrinha

Férias Trololos II

Daí rolou o ano novo, cheio de cores e sabores. A decoração ficou por nossa parte e fizemos mini jardins de capuchinhas, sálvias, ervas doces, marjericões, cebolinhas. Em volta das velas, flores secas de hibiscus e calêndulas e flores frescas de maracujá (do Jardim Trololo, claro). A comida estava simplesmente estonteante. Não pude fotografar, imaginem o porquê. Mas consegui registrar pelo menos a bandeja de ratatouille e queijinhos de cabra com tomatinhos cereja regados de balsâmico, o início do banquete preparado por Nenês, Tiça e Ciça (não sei se Ciça cozinhou, mas só a presença dela já faz toda a diferença!). Saca manjar dos deuses?











Trololos, os Aventureiros

Pé na lama, quer dizer pé na estrada...

No meio da mata

Chico aventureiro

Ponte I

 
Alice e Luiz Ricardo aventureiros

Rosa aventureira na balsa

Ponte II

Ponte III

Ponte IV

 No meio da mata

 No meio da mata

Bromélia

 Fim da trilha

 Mar esmeralda

 Mar esmeralda

 Mata e mar

 Raizes e peixinhos aventureiros

 Bromélia e peixinho aventureiro

 Ale fotógrafo de areia

 Rosa, a Aventureira

A volta pela praia, atravessando o rio Paraty Mirim que deu no mar


Férias Trololos I

Chegamos ao Beco do Remo em Paraty Mirim no último dia da primavera de 2010. E abrimos o verão. A viagem foi maravilhosa. A Mata Atlântica, sempre exuberante, e o aconchego da casa/hostel de nossos amigos Monica e Rene, que parece uma casa na árvore (e é...) nos receberam lindamente. Uma casa que é tão integrada à mata, que até os animais confundem, como a cobra cipó que mora por ali e corta caminho pela sala de quando em vez.
Foi nessa viagem que nossa pequena se tornou Rosa, a Aventureira (uma paródia de "Dora, a Aventureira", desenho norteamericano de uma garotinha de 7 anos e suas aventuras com o macaquinho Botas), caminhando nas trilhas para chegar às praias, enfiando (literalmente) o pé na lama, atravessando pontes pênseis, subindo e descendo no meio do mato. Alice e Chico aproveitaram cada minuto, entrando de cabeça no clima. Faziam rondas exploratórias, cadastrando bichos (sapos, mariposas, insetos de toda qualidade, borboletas, etc).
À noite a jogatina na sinuca e as baladas musicais, com maestro Rene e os garotos, música livre, com espaço para tod@s. Ale se juntava a eles, tocando bongô.
Bem, a viagem foi inesquecível. O blog do Beco do Remo está aí ao lado, nas lista de blogs Trololos.

Chegada

Begônias

Rosa e begônias

Trabalho formigal

Morte para vida

Brincando de casinha

Jogando sinuca

Arte da mata

Fios e fibras

Nó da mata I
Nó da mata II

Nó da mata III

E teve também um amigo oculto de camisetas que um pintou pro outro, usando segredos vegetais como fonte de impressão e gravura. Ficaram mesmo lindas. A que eu ganhei foi super especial: uma mandala de folhas de pimenteira da Monica. Obrigada, querida! Abaixo as produções:

 Do Ale pro Chico

 Do Chico pro Luiz Ricardo

 da Cla pra Rosa

 Da Rosa pro Rene

 Da Monica pra Cla

 Da Alice pra Monica

Do Luiz Ricardo pro Ale

Faltou a do Rene pra Alice, que vou procurar fotografar aqui em casa e postar. Claro que essa tb é linda.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

O contraditório

Falei com alegria de Natal e Ano Novo. Desejei a tod@s nós saúde e prosperidade. E, para não perder o costume, lanço também o contraditório, para evitar cair nas garras do conformismo. O mundo é duro e se evocamos alegria e amor, é para nele lutar.
Um artigo forte, antinatalino, de Mario Maestri, publicado no Correio da Cidadania por ocasião do Natal de 2010, original no portal La Insignia, 2006. Indicação de meu pai, Luiz, que adora o Natal da confraternização familiar e da troca de presentes como troca de carinho e atenção que damos uns aos outros, mas que não nos deixa perder a criticidade perante a realidade tão longe daquilo que gostaríamos para um mundo justo, que permitisse carinho e atenção para todo e qualquer ser humano nele vivente.

http://www.correiocidadania.com.br/content/view/5357/9/